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Em Mendoza estão “muito preocupados” com a Superfinal

“Seria bom para os líderes abaixarem o teor das críticas”, disse um funcionário do Ministério da Segurança em Mendoza.

Cada voz que acrescenta ao pré-jogo da Superfinal entre Boca e River acrescenta mais combustível ao fogo e coopera com um clima cada vez mais quente diante da Supercopa da Argentina. E nesse contexto, em Mendoza estão alertas. Porque, embora a organização da reunião continue a um ritmo constante, o governo provincial reconhece a preocupação.

“Estamos muito preocupados, seria muito mais conveniente para os líderes estar no auge desta festa e colocar pacotes frios”, disse Néstor Majul, subsecretário de Relações Institucionais do Ministério da Segurança em diálogo com Clarín.

O vice-presidente da Boca, Royco Ferrari, também advertiu sobre esta situação relacionada à segurança do jogo que será jogado no dia 14 de março no estádio Malvinas Argentinas. É por isso que as autoridades provinciais anunciaram que, nas próximas horas, realizarão uma reunião com representantes da empresa organizadora final para avançar em questões relacionadas à logística e à segurança.

Embora ainda não tenha sido confirmado, foi aprendido que cerca de 1.000 soldados serão responsáveis pela operação de segurança, tanto na vizinhança do estádio quanto em outros pontos estratégicos da província. “Será uma operação muito grande e a empresa terá que cuidar das despesas, que não é negociada”, disse Federico Chiapetta, subsecretário de esportes de Mendoza.

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